quarta-feira, 23 de abril de 2014

O DIÁRIO DE STEVE ROGERS - Parte 648

 - Punisher War Journal n° 8 (Agosto de 2007)

* "Blood and Sand", história escrita por Matt Fraction, desenhada por Ariel Olivetti, editada originalmente por Axel Alonso

Publicada no Brasil, pela Editora Panini, na revista Marvel Action n° 18 ("Pôr do Sol"), letreirizada por Gisele Emann Tavares e editada por Paulo França

Antes.

Frank Castle se surpreende ao encontrar Stuart com a fotógrafa que foi investigar. Surpreso porque não só eles se conheciam antes... como ela é a namorada de Stuart. Castle descobriu que o responsável pelo massacre no assentamento é alguém que está usando o nome de Monge do Ódio. O grupo que comanda é chamado de Força Nacional. O Justiceiro pretende combater fogo com fogo. Simbolismo com simbolismo. E, para isso, adapta sua conhecida vestimenta para se parecer com um uniforme do Capitão América. Para tanto, acopla ao uniforme uma placa blindada à prova de fogo, placa de cerâmica contra interferência psiônica básica, sensores de embaralhamento de emergência conectados nas costas, visão térmica e noturna, armas e explosivos em todos os bolsos que pode encontrar. Além disso, traz o símbolo, o do Capitão América (a estrela) e o dele (a caveira). Steve Rogers podia odiar Frank, mas odiaria muito mais pessoas como o Monge do Ódio. É o mínimo que Frank pode fazer para honrá-lo. A guerra contra esse vilão é uma guerra de ideais, algo que tornaria alguém como o Capitão América uma arma imprescindível.

Stuart e Tatiana deixam Frank no meio do deserto, durante a noite, para seu encontro com a Força Nacional. Pouco depois, o Monge do Ódio vem recebê-lo, acompanhado de seus asseclas.

Agora.

Para irritação do Monge do Ódio, Frank Castle afirma que é o Capitão América e que é preciso muito mais do que a Força Nacional para acabar com ele. O vilão ordena que ele seja solto. Diante da audácia de Frank, ele prefere espancá-lo com as próprias mãos. Quando o vilão está prestes a dar o tiro de misericórdia no Justiceiro, Tank, um de seus asseclas, chama a atenção para um ponto luminoso em seu peito. Eles não estão sozinhos no deserto.

Continua...

GALERIA

Ney França já tem 18 anos em experiência com graffiti. E essa experiência é notada em suas postagens na página Arte Nossa Mix.

Mas seu talento também o leva para muito além, onde se aventura no mundo da ilustração e diagramação, além de seus experimentos mais cômicos com suas tiras e tudo que surgir em sua fértil imaginação. Para esse lado mais autoral, Ney também criou a página Contos de Sampa.

E Ney ainda arrumou um tempinho para mostrar-nos sua versão do Capitão América, que agora faz parte de nossa galeria... ou, usando a imaginação, como um belo painel em uma das paredes dela.

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