sexta-feira, 18 de abril de 2014

O DIÁRIO DE STEVE ROGERS - Parte 643

 - Wolverine Origins n° 18 (Dezembro de 2007)

* "Our War: Part 3", história escrita por Daniel Way, desenhada por Steve Dillon, colorizada por Matt Milla, editada originalmente por Axel Alonso

Publicada no Brasil, pela Editora Panini, na revista Wolverine n° 49 ("Nossa Guerra - Parte 3"), letreirizada por Marcos Valério e editada por Rogério Saladino

Bucky não aceita bem a presença de Logan e o esmurra. O Capitão América o repreende por isso e alerta os demais soldados de que não aceitará aquele tipo de discórdia em suas fileiras. Naquela época, o Capitão América não parecia tão imponente diante dos demais soldados. A verdade é que, preparados para matar ou morrer, eles só viam sentido em ordens de quem as mostrasse em forma de ação. Apenas palavras, por mais imponentes que fossem, não eram suficientes para convencê-los.

O próximo passo do pelotão do Capitão América era seguir para Djerba. O contato responsável por Logan chegar até eles fica curioso quanto a esse destino. O contato é um jovem sargento chamado Nick Fury. Para o Capitão, porém, os detalhes da missão em Djerba são secretos. O que o herói não sabia é que o próprio Fury tinha informações sobre o Barão Von Strucker estar envolvido. Logan também ficou surpreso, pois havia visto o vilão, pela última vez, em Madripoor. E mais surpreso ainda com os americanos não terem informado nada justamente para o Capitão América. 

Havia alguém mais que sabia sobre Strucker: Bucky! Tudo indicava que a missão era seguir para a Tunísia capturar um major alemão e levá-lo para Londres. Bucky, apesar de saber da presença de Strucker, diz que ele não é o alvo principal. No entanto, o Capitão sabia que havia algo mais. O herói mal conseguia fazer com que seus homens se levantassem para seguir caminho pelo deserto. Já Bucky usava de truculência contra os soldados... e era obedecido.

Bucky e Logan se estranharam desde o começo. O canadense sabia que usavam o Capitão América apenas para chamar a atenção, enquanto Bucky executava a parte suja da missão. Nesse caso, provavelmente estava designado para assassinar Von Strucker. Enquanto isso, o Capitão e Fury se davam melhor. Fury ficava intrigado como o herói, com um uniforme tão chamativo, não carregava nenhuma arma. Na verdade, o escudo era sua arma tanto defensiva quanto ofensiva. Da mesma forma como Fury não percebia esse detalhe, o inimigo também não. Por isso, o escudo era tão eficiente.

No meio do deserto, muitos soldados começavam a cair. Para os mais fracos, o Capitão dava assistência e ordenava que os demais ajudassem a carregar as mochilas de seus companheiros. Nesse ponto, notando que estavam, de fato, seguindo um verdadeiro líder, as palavras do herói já não pareciam não passíveis de serem desobedecidas. Mas foi chegando a Djerba que os soldados realmente viram quem era o Capitão América de verdade. Se eles precisavam de ação para valorizar as ordens de seu superior, o herói mostrou isso de forma impressionante, praticamente atropelando os soldados alemães como se fosse um trem desgovernado. Se o objetivo era fazer com que os soldados respeitassem o Capitão América... a missão estava cumprida.

A tropa capturou o major inimigo, mas o Capitão ainda não havia completado sua missão. Sua missão particular. Afinal, no meio da confusão... Bucky havia partido. O herói já tinha ideia para onde ele seguiu. Logan, que tinha como missão seguir e descobrir o máximo sobre o Capitão América, toma o mesmo caminho que o herói que decidiu interceptar seu parceiro.

Continua...

ÂmagoNews:


* Falando sobre a trégua de X-Men e Tropa Alfa, por Chris Claremont e John Byrne: http://www.dinamo.art.br/resenha/x-men-por-claremont-byrne-parte-13-vou-pro-canada-ver-um-carcaju-uniforme-novo-e-uma-beleza/

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