segunda-feira, 10 de março de 2014

O DIÁRIO DE STEVE ROGERS - Parte 612




 - Civil War (Julho de 2006)

* "Civil War, Parte One", história escrita por Mark Millar, desenhada por Steve McNiven, artefinalizada por Dexter Vines

Publicada no Brasil, pela Editora Panini, na revista Guerra Civil n° 1 ("Guerra Civil - Parte 1") e no livro Marvel Deluxe: Guerra Civil

Vários heróis auxiliam no resgate dos corpos de crianças, pegas em meio a uma batalha dos heróis conhecidos como Novos Guerreiros, que mantém uma espécie de reality show onde prendem criminosos, e alguns vilões. Entre esses vilões estava Nitro, capaz de explodir seu próprio corpo e que utilizou seu poder quando foi encurralado por uma integrante dos Guerreiros. Com isso, acabou vitimando as crianças que estavam na escola logo atrás deles. Nitro fugiu da cidade na caçamba de uma pick-up. No total, há cerca de oitocentas vítimas. Para piorar, o país todo viu quando Speedball, líder dos Guerreiros, transmitia o início da batalha, dizendo que estavam apenas atrás de audiência.

O incidente é a gota d'água para que o presidente apresente a solução de registrar todos os heróis uniformizados como agentes federais. Essa proposta vai à votação em duas semanas e pode virar lei em pouco mais de um mês. A notícia tem impacto de diversas formas. Enquanto um grupo de heróis se reúne no Edifício Baxter, sede do Quarteto Fantástico, para discutir sobre o assunto, o Capitão América responde a um chamado de Maria Hill, comandante da SHIELD. Ela teme que alguns heróis possam tomar medidas extremas. Capitão América acredita que haverá quem apoie e haverá quem seja contra. Na verdade, teme que o assunto os divida a tal ponto de causar uma espécie de guerra entre heróis, uma vez que os apoiadores se tornarão agentes federais que poderão perseguir aqueles que são contra. Inclusive, ele imagina que muitos deles sejam contras. Heróis que trabalham perto das ruas, como Demolidor e Luke Cage, poderão estar entre o grupo que é contra. Maria Hill fica feliz em saber que são heróis com os quais o Capitão América pode lidar.

A SHIELD está desenvolvendo uma unidade de resposta anti-super-humanos, mas precisa ter certeza de que os Vingadores estão do lado deles... com o Capitão América os liderando. Porém, o herói não está interessado, uma vez que poderá haver, no futuro, manipulação política suficiente para que determinem quem são os vilões, quando, na verdade, isso só atenderá os interesses do próprio governo. Para Maria Hill, supervilões são mascarados que se recusam a obedecer à lei... algo que o Capitão América está fazendo nesse momento. O Capitão América é cercado por um esquadrão de ataque da SHIELD. O herói ordena que os soldados abaixem as armas, mas Hill frisa que ele não está no comando e pede para prepararem os tranquilizantes. O Capitão reage e consegue sair daquele local. Ele acaba em cima da cabine de um caça e força o piloto a tirá-lo dali.

Continua...
A+:

* A TV que transmite a empreitada dos Novos Guerreiros chama-se MRVL Network, uma brincadeira com o nome MaRVeL.

2 comentários:

Anônimo disse...

Aimeudeus, Guerra Civil!!!!!!!! *prepara os lenços de papel*


Viu, a DC tem algum evento semelhante? Alguém teve coragem de falar pro Batman q ele teria q se registrar?


Beijos
Jovie

Marcos Dark disse...

Daqui pra frente... já sabe, né?

Curiosa sua pergunta. Há quem diga que Guerra Civil é que foi a resposta da Marvel para outro evento da DC, conhecido como Crise de Identidade. De fato, ambos são pontos marcantes na cronologia e na história dos personagens das duas editoras, marcando grandes mudanças conceituais depois delas.