quarta-feira, 9 de outubro de 2013

O DIÁRIO DE STEVE ROGERS - Parte 512

 - Captain America 5 (Março de 1997)
* "Victory", escrita por Rob Liefeld e Jeph Loeb, desenhada por Rob Liefeld, artefinalizada por Jon Sibal e Lary Stucker

Publicada no Brasil, pela Editora Abril, na revista Capitão América n° 5 ("Vitória")

O Capitão América enfrenta, praticamente sozinho, não só o Grande Mestre como também seu exército de asseclas. Para salvar o tenente Samuel Wilson, que foi alvejado anteriormente, o herói se vale do próprio soro do supersoldado em seu sangue. Utilizando a borda de seu escudo, corta sua própria mão e derrama algumas gotas do sangue na boca do tenente. De fato, depois de um tempo, o militar não só se recupera como também se sente mais forte. Enquanto isso, aproveitando-se da confusão, o Caveira Vermelha foge 

Em seguida, o Capitão consegue impedir que mísseis nucleares sejam lançados e é auxiliado por uma garota, chamada Rikki Barnes, que era refém do grupo. O tenente Wilson aparece, agora com força ampliada, e ajuda o herói a derrotar de vez o Grande Mestre.

Nick Fury chega ao final da luta e, com os agentes da SHIELD, cercam o local prendendo todo o grupo.
A+:

* Nessa reformulação de Rob Liefeld, o detalhe visual mais notado foi a inserção de um símbolo estilizado de águia na testa do Capitão América, substituindo a tão tradicional letra "A".

* Na segunda parte desse primeiro arco, os autores dedicam-na para Gru. Este, na verdade, era uma forma carinhosa pelo qual era chamado Mark Gruenwald, escritor responsável pelas histórias do Capitão América durante uma década e que faleceu naquele mês.

* Um dos militares responsáveis pela plano que obliterou as memórias do Capitão América era o general Ross, militar que dedicou sua carreira a perseguir o Hulk.

* Figura mais que polêmica dentro da indústria dos quadrinhos, Rob Liefeld já foi pivô de várias reviravoltas nesse meio. Foi um dos líderes do "motim" que levou artistas da Marvel (ele mesmo desenhava a revista X-Force) para uma nova empreitada, a chamada editora Image, onde os profissionais tinham maior controle nos direitos dos personagens que criavam. Nessa nova linha foi justamente uma revista criada por Liefeld que deu o pontapé inicial: Youngblood. Pouco depois a empreitada demonstrou sinais de cansaço e seus artistas começaram a divergir em opiniões. Liefeld foi apontado como um dos mais problemáticos dentro desse período. No entanto, é fato que o estilo Image ditou o padrão dos quadrinhos dos anos 90. A volta do artista para a Marvel, que havia deixado em 1992, em parte tem o apoio de Bob Harras, então editor chefe.

6 comentários:

Anônimo disse...

Olá!!!!!
"Na segunda parte desse primeiro arco, os autores dedicam-na para Gru. Este, na verdade, era uma forma carinhosa pelo qual era chamado Mark Gruenwald"
Olha, do jeito q essas estórias são assim....ruins, é até ofensivo dedicá-las ao Mark G!!!!!!

"A volta do artista para a Marvel, que havia deixado em 1992, em parte tem o apoio de Bob Harras, então editor chefe." Então o Bob Harras q é o culpado por tudo isso, huh? O que aconteceu com ele???


Beijos
Jovie

Marcos Dark disse...

Curioso você perguntar sobre o Harras. Bem, recentemente ele foi para a DC Comics e adivinha quem ele chamou para ser um dos desenhistas da casa?

Anônimo disse...

Gruenwald deve ter se revirado no túmulo com essa homenagem

Marcos Dark disse...

Reza a lenda (e acredito que seja realmente uma lenda) que Gruenwald morreu pouco depois de receber um exemplar dessa fase. Mas, como disse, isso é uma lenda...

Anônimo disse...

OLÁ!!!!!!

Ele chamou o Rob L pra trabalhar na DC?? É a DC tá bem mal ultimamente não é??? Hum.........


P**** isso não deve ser lenda não, DM. É só olhar a "estória", o "desenho"...tudo isso matou o cara!!!!

Beijos
Jovie

Marcos Dark disse...

Viu só como o fator "Bob Harras" é influente nessa história toda?