sábado, 5 de outubro de 2013

O DIÁRIO DE STEVE ROGERS - Parte 508

 - Captain America 1 (Novembro de 1996)
* "Courage", escrita por Rob Liefeld, Jeph Loeb e Chuck Dixon, desenhada por Rob Liefeld, artefinalizada por Jon Sibal

Publicada no Brasil, pela Editora Abril, na revista Capitão América n° 1 ("Coragem")

Steve Rogers anda tendo estranhos sonhos. Neles, ele veste um uniforme que mais parece a bandeira americana e luta contra soldados em uma espécie de guerra. Mesmo com esses sonhos sendo recorrentes, ele prefere não contar para usa esposa, Peg, e também não se mostrar preocupado para seu pequeno filho, Steve Jr.

No caminho de seu trabalho, pegando uma carona com seu amigo Nathan, Steve fica intrigado com um grupo, possivelmente neo-nazista, chamado Partido Mundial, que está em uma forte campanha na cidade onde mora, Filadélfia. No trabalho, acaba contando sobre seus sonhos para seus colegas, mas eles apenas dão risadas.

Na noite seguinte, Steve caminha para tentar raciocinar um pouco sobre o significado de seus sonhos. No caminho, encontra um idoso que se identifica como Abraham Wilson, que diz conhecê-lo de muito tempo atrás. Abraham o leva até um armazém e revela algo que diz estar guardando para Steve, desde que ele sumiu na Segunda Guerra: o escudo do Capitão América! 

Agentes do Partido Mundial seguem Abraham e Steve e explodem o armazém. Quando Steve usa o escudo e reage contra os agentes, ele se lembra: ele é o lendário Capitão América. Apesar de derrotar os criminosos, Steve encontra Abraham sobre os escombros, que o alerta para cuidar de sua esposa e filho, pois os inimigos já sabem da existência deles. Abraham morre, mas Steve jura vingá-lo.

Continua...

4 comentários:

Anônimo disse...

OLÁ!!!!!

DM, esse Rob Liefeld é o mesmo cara de quem vc falou suuuuuuuuuuper mal em uma resenha sua lá no ImpulsoHQ?
(aquela do Columba e Rapina)

A arte tá aquela tristeza, mas anos 90....


Beijos
Jovie

Marcos Dark disse...

Eeeeeeeeu falei mal????? Imagina que eu ia fazer isso com o Liefeio... digo... Liefeld.

E "a arte tá aquela tristeza" foi a melhor definição que já li até hoje.

Anônimo disse...

tenho de concordar com vcs, só uma mulher mesmo para definir algo tão bem

preciso ler isso, cara, qual é o site?


Lucas

Marcos Dark disse...

Mas não é verdade, Lucas. Liefeld ficaria intrigado com como a sensibilidade artística feminina define a truculência de seus traços.

E, por enquanto, acompanhe por aqui (não me deixe só com esse monstro).