quinta-feira, 19 de setembro de 2013

O DIÁRIO DE STEVE ROGERS - Parte 491

- Captain America 445 (Novembro de 1995)
* "Old Soldiers Never Die" - Escrita por Mark Waid, desenhada por Ron Garney e artefinalizada por Scott Koblish

Publicada no Brasil, pela Editora Abril, na revista Marvel 98 n° 2 ("Velhos Soldados Nunca Morrem") e pela Editora Panini, no encadernado Capitão América - Operação Renascimento

Capitão América se liberta do que parece ser um bloco de gelo. Já consciente, ele olha em volta e se vê em uma espécie de laboratório. Não era exatamente assim que imaginava um pós-morte. Logo a seu lado ele encontra um velho amigo: seu escudo. Apesar de reconhecê-lo, percebe que seu peso está diferente. Uma voz áspera e autoritária o convoca para fora, fazendo-o passar por vários corredores. Em uma espécie de telão, ele vê imagens de entes que perdeu ao longo de sua vida: sua mãe, Bucky, Sharon Carter. Seu captor (ou o que quer que o esteja guiando) conhece muito bem sobre sua vida. O herói chega a uma sala onde o narrador de sua história ainda se encontra. Quando sai das sombras, a voz revela ser... Sharon Carter! Apesar de feliz por poder vê-la novamente, ela pede que tire as mãos dela assim que a abraça. 

Sharon conta como ele foi parar naquele lugar. Alguém a teleportou com uma equipe médica até a Mansão dos Vingadores, pouco antes da morte do herói. Essa equipe o tirou da armadura e o colocou no gelo pra levá-lo a um laboratório. Apesar da criogenia rudimentar, o soro do supersoldado no sangue do Capitão ainda continuava matando-o. Por isso, tiveram que recorrer a um transplante de medula. Mas isso pode ter tirado todo os soro de seu sangue. Como se para testar se ainda era um supersoldado, homens uniformizado entram na sala e atacam o herói. Ele atira o escudo, mas... a arma cai logo, sem nem ao menos ricochetear. Antigamente, ele seria capaz de acertar, no mínimo, cinco agressores apenas com um arremesso. Mas agora, o escudo parece estar mais... pesado. Efeito da retirada do supersoro de seu sangue, talvez. Quando está totalmente dominado pelos agressores... Sharon ordena que parem. Ela pede para o herói a seguir por um portal de teletransporte, onde seu "benfeitor" os aguarda.

O portal de teleporte leva o casal até o que parece ser um armazém abandonado. Ela informa que é o complexo inimigo e que o "benfeitor" irá chegar logo. Até lá, eles tem que invadir o local prezando pelo silêncio, rapidez... e derrotar os seguranças do local, que escondem uma arma cujo efeito do disparo é algo como um colchão ultra-sônico. O casal se apodera dessas armas, mas o Capitão prefere recorrer a seu escudo. Dessa vez, consegue atingir alguns seguranças... mas não consegue segurar o escudo quando ele retorna. Mesmo assim, parece haver uma melhoria em seu arremesso. Parece que o soro do supersoldado ainda corre em suas veias e está voltando a fazer efeito. Se foi feita uma transfusão completa, apenas um homem continha o sangue igual ao dele, com o mesmo soro correndo nas veias. De fato, seu "benfeitor" é... o Caveira Vermelha!

Os motivos pelos quais seu pior inimigo o salvou ainda não estão claros para o Caveira. Nem mesmo o porquê de Sharon o estar apoiando. Mas o Caveira revela que apenas salvando-o seriam capazes de derrotar um inimigo em comum, proprietário daquela instalação. Na verdade, o herói começa a desconfiar até mesmo "daquela" Sharon. Ele quer respostas imediatas sobre o que está acontecendo. De repente, o que parecia um armazém abandonado se torna um enorme complexo tecnológico. Segundo Sharon, ele representa um novo Reich... representa a Terceira Guerra Mundial...

Continua...

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