quarta-feira, 1 de maio de 2013

O DIÁRIO DE STEVE ROGERS - Parte 363


 - What If...? 3 (Setembro de 1989)
> Publicada no Brasil na revista Capitão América 170 ("O Que Aconteceria Se Steve Rogers Tivesse Se Recusado a Deixar de ser o Capitão América?")

História: 

* "What If... Steve Rogers Had Refused To Give Up Being... Captain America?" - Escrita por Jim Valentino, desenhada por Dave Simons, artefinalizado por Bob Downs

Em uma realidade alternativa, Steve Rogers se recusou a entregar seu uniforme para os burocratas da Comissão. Esta decisão fez com que o próprio governo americano o tratasse como traidor e iniciasse uma caça a seu mais antigo operativo ainda vivo. A SHIELD foi contatada para cumprir essa missão, mas seu diretor, Nick Fury, fez vista grossa para a tarefa. Para não colocar seus amigos em perigo, o Capitão América se desligou dos Vingadores, que logo foram atacados pela Força Federal (grupo governamental formado por integrantes da Irmandade de Mutantes).

Com a ajuda de seus amigos, principalmente de Rick Jones, o herói conseguiu uma espécie de ato público onde revelaria o que estava acontecendo. Nessa apresentação pública, o herói foi atacado pelo novo herói governamental, o Superpatriota, seguido de seus ex-comparsas, cada um utilizando o uniforme similar ao de Bucky, parceiro do Capitão na Segunda Grande Guerra. Mas a luta ainda teria uma interrupção surpreendente, feita pelo próprio presidente dos Estados Unidos (na época dessa publicação, tratava-se de Ronald Reagan), que aceitaria tanto uma renovação para um grupo como o do Superpatriota, quanto o merecido respeito pelo Capitão América.

Nos bastidores, o Caveira Vermelha ordena a seu contato na Comissão que mate o Capitão América. Como fazia parte da comitiva do presidente, teve fácil acesso ao palco e desferiu um disparo na nuca de Rogers, matando-o diante do público. O Comissário traidor é morto em seguida por Nick Fury.

Com a morte de Steve Rogers, o governo passa a identidade para John Walker (o Superpatriota), que passa a atuar como o novo Capitão América. No entanto, a instabilidade mental de Walker o leva a cometer ações cada vez mais violentas e, preocupando seus superiores (e a população), acaba devolvendo o uniforme e escudo do Capitão, que não seria usado por nenhum outro operativo.

No mausoléu em homenagem ao herói, um homem sorri. Seu rosto é o de... Steve Rogers. Mas o que poucos sabem é que se trata de seu mais antigo inimigo... o Caveira Vermelha.
A+:

* Este é o segundo volume da revista mensal What If...?, conhecida pelos brasileiro como "O Que Aconteceria Se". Essa revista mensal havia sido cancelada em 1984 e retornou em 1989.

4 comentários:

Anônimo disse...

Nossa q horror!

Tá certo q eu queria q ele tivesse lutado com mais afinco pelo título dele, mas talvez tenha sido melhor do jeito q foi mesmo.

"Como fazia parte da comitiva do presidente, teve fácil acesso ao palco e desferiu um disparo na nuca de Rogers, matando-o diante do público." Alguém na Marvel deve pensar q só dá para matar o Steve assim. É tanta covardia. Ele não merece isso.

O CV vencer é inaceitável!!! (Mas ficou maravilhoso)

Beijos
Jovie

Marcos Dark disse...

Não que não houvessem finais "infelizes" no volume anterior de What If, mas este segundo volume ficou marcado por ter mais finais sombrios.

Anônimo disse...

Fizeram um final pior do que este aqui?!!

O que eu achei interessante foi como tudo escapou de controle tão rápido (em parte pq era só *uma* estória), e como a estabilidade que esses heróis parecem possuir ruiu tão facilmente.

Só queria ver o que teria acontecido com o Caveira Vermelha, afinal ele tinha o rosto do Steven né? Dava para ele dar um jeito de fazer todo mundo acreditar q ele é o verdadeiro e que não morreu e destruir os Vingadores por dentro. Fora que o Cap representa os Estados Unidos, e o CV teria a oportunidade corromper esse símbolo


Só mesmo em uma estória alternativa para o RJ ajudar ao invés de ser um peso morto. Fato.

Beijos
Jovie

Marcos Dark disse...

Na verdade, a idéia era mostrar para o leitor que, por mais dramática que fosse a história (ou nem tanto assim) poderia ser bem pior se fosse diferente.