terça-feira, 22 de janeiro de 2013

O DIÁRIO DE STEVE ROGERS - Parte 272


 - Captain America 287 (Novembro de 1983)
> Publicada no Brasil no Almanaque do Capitão América nº 88, pela Editora Abril ("O Futuro Negro")

História: 

* "Future Shock" - Escrita por J. M. DeMatteis, desenhada por Mike Zeck, artefinalizada por John Beatty

Capitão América ainda está em choque por Luther Manning ter sido atingido por Deathlok. O mais impressionante é que... Deathlok É Luther Manning. Explicando: O viajante do futuro auxiliado pelo Capitão América é um andróide/clone com os padrões mentais de Deathlok, enviado ao passado (presente) para recuperar o ciborgue. Mas este sofreu lavagem cerebral dos homens da Corporação Brand e sequer se lembra de sua verdadeira identidade. O Capitão América reage para trazer Deathlok ao mundo da razão, mas o herói é facilmente dominado pelos homens da Brand, dando a chance do ciborgue o golpeá-lo.

Deathlok vai acabar de vez com Luther, mas, assim que o toca, sua mente e lembranças são reativadas. Percebe que o Luther "artificial" é uma espécie de mensageiro do futuro que veio trazer-lhe sua mente de volta. Retornando suas memórias, também retorna o computador que serve como consciência de Deathlok. Revoltado por ter sido manipulado, Deathlok age com extrema violência contra os capangas da Brand. Capitão América acorda e ajuda o ciborgue, mas fica chocado com a brutalidade com que trata os inimigos, explodindo a fábrica da Brand como se fosse "sem querer".

Após enterrarem o Luther Manning andróide, Deathlok segue para uma estação de metrô onde sente emanações de energia decorrente de viagem no tempo. Sabe que está sendo observado por Godwulf, amigo do futuro que planejou seu resgate. De fato, um portal se abre e o ciborgue volta ao futuro... seguido pelo Capitão América.

No futuro, Capitão é recebido por Godwulf como uma verdadeira lenda (e é isso que ele é nessa época). Saindo da base de Godwulf, o herói fica estarrecido em conhecer a futurista e decadente América do ano 1999... onde só pode ver ruínas a perder de vista. 

Continua...


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