segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

O DIÁRIO DE STEVE ROGERS - Parte 262


- Marvel Fanfare 5 (Novembro de 1982)
> Publicada no Brasil no Almanaque do Capitão América nº 78, pela Editora Abril ("Em Favor da Liberdade")

História: 

* "Shall Freedom Endure" - Escrita por Roger McKenzie, desenhada por Luke McDonnell, artefinalizada por John Beatty

No passado, Capitão América e Bucky enfrentaram um vilão nazista que utilizava uma armadura capaz de aumentar sua força. Os próprios soldados nazistas gravaram a luta com o intuito de mostrar a humilhação que o Capitão sofreria. No entanto, o herói venceu o vilão de armadura. Tempos depois, essa gravação está nas mãos de Stryker, filho do vilão nazista, que deseja vingança pela humilhação que seu pai passou.

Stryker atrai o Capitão para um museu em homenagem a história dos Estados Unidos, onde uma estátua do herói será inaugurada. Para a surpresa do Capitão, a estátua o mostra atacando Bucky com o estandarte da bandeira americana. A brincadeira sem graça se torna fatal quando os capangas de Stryker atacam o herói em uma luta simbólica, uma vez que estavam fantasiados como estátuas de personalidades da história americana. Mesmo com suas habilidades, o herói é dominado.

Quando acorda, Capitão América está vestido com um uniforme nazista e Stryker se apoderou de seu uniforme e escudo, tencionando lhe dar uma humilhação semelhante ao que seu pai sofreu, além de matá-lo. O herói consegue escapar e, após derrotar os comparsas de Stryker, o enfrenta até chegarem à sala onde está sua estátua. A mesma estátua de Capitão América é atingida  e cai sobre Stryker (ainda vestido como herói). Ironicamente, o estandarte da bandeira que segura empala o corpo do vilão, matando-o na hora.

A+:

* Pequena história secundária na revista Marvel Fanfare, sendo que a história principal apresentava o herói místico Doutor Estranho.

* A revista bimestral Marvel Fanfare apresentava uma antologia com personagens da Marvel, sendo que algumas se tornaram minisséries dentro do título. Com autores variados, era um material com apresentação mais requintada, em termos gráficos (papel de melhor qualidade e formato magazine), do que as revistas mensais corriqueiras da editora. Mas era ainda mais especial para os autores, já que recebiam um cachê substancialmente maior do que recebiam nas mensais e tinham uma maior liberdade por não necessitar seguia a cronologia dos personagens.

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