domingo, 11 de abril de 2010

LEGIÃO DOS SUPER-HERÓIS - Parte 82


- Action Comics 381 (Outubro de 1969)

Histórias:
* "The Hapless Hero" - Escrita por Jim Shooter e Mort Weisinger, desenhada por Win Mortimer e Jim shooter

O salário da Legião.

Financiados pelo milionário R.J. Brande, seria natural que os legionários também tivessem algum tipo de ajuda financeira. Afinal de contas, os heróis não têm identidades secretas e nem exercem outro tipo de atividade a não ser salvarem o universo. Esta história mostra um pouco dessa realidade e até mostra certa desigualdade entre os integrantes.

Dia de folga dos legionários e cada um toma um rumo diferente em suas vidas particulares. Entre princesas e heróis com novas naves, Digestor é o herói que tenta esconder a realidade em que vive enquanto não está salvando o mundo. Ele mora em uma espécie de favela do futuro, onde se desdobra para o que recebe na Legião dos Super-Heróis dê para sustentar sua casa. O herói se revolta ao encarar que grande parte das dificuldades financeiras de sua família se devem a seu pai, um viciado em jogo.

Com a cabeça fervendo pelos seus problemas particulares, Digestor prefere sair de casa e passar seu tempo de folga na própria sede da Legião. Ao voltar, encontra a heroína Violeta entristecida pelo fato de seu amado, Duplo (um dos Heróis de Lallor) estar cumprindo uma missão e não poder levá-la para passear. Digestor, muito solícito, decide usar o que recebeu como legionário e dar uma noite de princesa a amiga, levando-a para jantar e dançar.

Ao fim do encontro, Violeta agradece Digestor com um caloroso beijo... que é visto pelo ciumento namorado Duplo, que tenta tirar satisfações. Mas a briga fica pra outra hora, uma vez que Digestor argumenta que a culpa é do próprio Duplo, por deixar sua namorada sozinha. Ao mesmo tempo, Violeta também diz que o beijo foi só uma forma de agradecimento ao amigo que a acompanhou naquela noite solitária.

Se alguém puder me ajudar a entender... vou passar o resto da existência tentando entender a moral dessa história... Ou entendi que dinheiro traz, sim, felicidade... e algum chifre na testa de namorados descuidados.

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