sábado, 3 de outubro de 2009

THOR - Parte 103

- Avengers Infinity (Setembro a Dezembro de 2000)

Histórias:

* "Lost in the Stars" - Escrita por Roger Stern e desenhada por Sean Chen

* "...Naught But Ants" - Escrita por Roger Stern e desenhada por Sean Chen

* "The Walk Among the Stars" - Escrita por Roger Stern e desenhada por Sean Chen

* "The Hand of the Infinites" - Escrita por Roger Stern e desenhada por Sean Chen

Os Infinitos.

A minissérie em 4 partes Avengers Infinity não teve grande (desculpem) repercussão talvez por envolver personagens do segundo escalão da Marvel. Apesar de poderosos, os heróis não eram exatamente o foco da história. A intenção aqui era apenas contar uma boa história, com um roteiro e uma arte competentes. Nesse sentido, o escritor Roger Stern e o desenhista Sean Chen até que conseguem entreter o leitor sem comprometer o resultado final.

Aqui vemos Thor, Starfox, Capitã Marvel (então conhecida como Fóton), Serpente da Lua, Tigresa, Quasar e Valete de Copas envolvidos com uma ameaça cósmica que vai, literalmente, aumentando a cada edição. Fora o fato de que os heróis já pertenceram ao supergrupo Vingadores (exceto o Valete), pouco há em comum entre eles. Não são todos de temática cósmica e nem mesmo são os mais poderosos... mas são tão diferenciados que suas personalidades mais entram em choque do que permitem que trabalhem em equipe. Há brigas internas quase que o tempo todo.

Tudo começa quando Quasar chega ao planeta dos alienígenas conhecidos como rigelianos e descobre que o local foi devastado por alguma força misteriosa, deixando para trás apenas um ferido Valete de Copas. Convocandos os outros heróis, descobrem que a destruição foi causada por uma espécie de andróide.

Mas o problema era maior ainda...

Logo, o grupo descobre que o robô, mesmo quando aparentemente destruído, é capaz de se duplicar. Pior, descobrem que o planeta não está infestado com um, dois ou três... mas milhões desses robôs que destroem todo o planeta até chegar a seu núcleo e explodi-lo em uma enxurrada de magma.

Mas o problema era maior ainda....

Fugindo do planeta, que acaba de explodir, o grupo vê a chegada de quem construiu os robôs: um enorme ser de armadura. E quando digo enorme, digo que ele é maior que o planeta. Indefesos, os vingadores vêem a criatura chegar perto do planeta derretido e moldá-lo em uma espécie de tubo.

Poderia haver problema maior que esse? Sim, poderia. E ele era maior ainda...

Ainda boquiabertos, os heróis vêem mais desses seres de armadura chegando, cada um trazendo essa espécie de tubo (feito com outros planetas destruídos) e fundi-los com o próprio corpo até formarem um gigantesco anel. É então que uma gigantesca mão chega próximo a esse anel, formado pelos gigantescos robôs do tamanho de mundos, e ameaça adorná-los com galáxias inteiras. A esses seres mais que gigantescos, é dado o nome de Infinitos.

Os Infinitos são ameaça até mesmo para a entidade conhecida como Eternidade, que é ninguém menos do que a incorporação do Universo. No entanto, os Infinitos não são exatamente vilões. Tudo o que querem é arrumar a ordem das galáxias. Sua enormidade fazia com que não tivessem idéia de que havia vida nos planetas que rodeavam as estrelas (e que se tornavam microscópicos perante eles). Utilizando a Eternidade como porta voz, cada um dos Vingadores faz contato com os Infinitos e, através de seus relatos pessoais, os convencem de que a vida que habita aquele Universo é preciosa. Como último pedido de desculpas pelo transtorno, um dos Infinitos se sacrifica para recriar o mundo dos rigelianos. Não traz a população de volta, mas transforma o mundo em uma espécie de paraíso, que irá evoluir e será habitados no futuro.

Thor, aqui, contrariado pelas discussões que permeiam o grupo, mostra-se como um dos integrantes mais cabeça-quente, querendo honrar o tema "vingadores" e vingar a morte dos rigelianos a qualquer custo. Isto e o fato dele se considerar um "deus" (do trovão) é visto pelos Infinitos como certa arrogância.
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