terça-feira, 27 de setembro de 2016

BRIAN MICHAEL BENDIS

Curiosidades sobre Brian Michael Bendis:

- Brian Michael Bendis já ganhou cinco Eisner Awards: em 1999, pelo reconhecimento de seu trabalho; em 2001 pela série Powers, juntamente com o desenhista Michael Avon Oeming; em 2002, como melhor escritor por Powers, Alias (a série que lançou Jessica Jones), Demolidor e Homem-Aranha Ultimate; em 2003 como melhor escritor por Power, Alias, Demolidor e Homem-Aranha Ultimate e pela melhor série com Demolidor, desenhada por Alex Maleev.

- Apesar de hoje ser um nome muito conhecido nos quadrinhos do gênero de super-heróis, Bendis iniciou sua carreira escrevendo quadrinhos de suspense policial e noir para editoras menores.

- Juntamente com Bill Jemas e Mark Millar, Bendis é chamado de "um dos arquitetos do Universo Ultimate da Marvel". Ficou responsável pelo principal título do selo, O Homem-Aranha Ultimate. Em parceria com o desenhista Mark Bagley (com quem trabalhou por 110 edições), Bendis estendeu a origem do herói, que foi apresentada pela primeira vez com 11 páginas, para 180 páginas, distribuídas em 7 edições. Também co-escreveu, juntamente com Mark Millar, as primeiras edições da versão Ultimate do Quarteto Fantástico.

- Na primeira leva de renovações dos títulos conhecidos como Nova Marvel, Bendis ficou responsável pela nova revista dos X-Men, onde trouxe para o presente, os jovens x-men da década de 60, focando principalmente no jovem Scott Summers, o Ciclope. Nessa fase, era comum o encontro dos mutantes com os Vingadores e com os Guardiões da Galáxia, que Bendis também chegou a escrever.

E hoje a Sala de Perigo também traz emoções do passado, em uma seleção especial com revistas onde estão os roteiros de Brian Michael Bendis. Na Sala de Perigo, você fará ótimas compras para sua coleção. Terá a atenção e o comprometimento com o cliente que você merece. Encontrará revistas perfeitamente conservadas e as receberá sempre muito bem embaladas. CLIQUE AQUI e salte para nossas ofertas.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

HOMEM-ARANHA

Curiosidades sobre o Homem-Aranha:

- Em 1978, o estúdio japonês Toei (que produziu séries como National Kid, Robô Gigante, Kamen Rider, Jaspion, Comando Estelar Flashman, Jiraya, entre outros) criou uma série para o Homem-Aranha, seguindo a linha dos tokusatsus, típicas produções onde o padrão é que, além dos vilões costumeiros, se enfrente monstros gigantes com robôs idem. Este Homem-Aranha não fugia do formato, pois tinha direito a um veículo, chamado Marveller, que se transformava em um enorme robô chamado... Leopardon!

- O fator da identidade secreta de todo super-heróis geralmente é usado para que o personagem proteja seus entes queridos de serem atacados por seus inimigos. Já o Homem-Aranha tem uma peculiar razão a ser adicionada: proteger-se contra a perseguição da polícia já que, principalmente graças aos ataques de difamação do editor do jornal Clarim Diário, J. Jonah Jameson, por mais atos heroicos que ele faça, é considerado uma ameaça para a população.

- A transformação que a Marvel causou na indústria de quadrinhos estava principalmente na característica de suas histórias, onde seus super-heróis tinham problemas do mundo real, por vezes mais preocupantes que seus respectivos vilões. O Homem-Aranha é um exemplo evidente disso, uma vez que as dramáticas reviravoltas na vida do jovem Peter Parker eram muito parecidas com os problemas enfrentados por todos os jovens em transição para a vida adulta (que, aliás, era a grande parcela de seu público leitor).

E hoje mostramos que a Sala de Perigo tem uma aranha no canto. Mas não é por falta de limpeza, já que é uma aranha amiga não só da Sala, mas de toda a vizinhança. A Sala de Perigo preza por sua excelência no atendimento ao colecionador, oferecendo revistas em perfeito estado de conservação, entregando-as sempre muito bem embaladas e com rapidez, sempre com toda a cordialidade que você merece. CLIQUE AQUI e embrenhe-se em nossa teia de revistas
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sábado, 24 de setembro de 2016

ALEX MALEEV

Curiosidades sobre Alex Maleev:

- O desenhista búlgaro Alex Maleev começou sua obra nas artes plásticas. Sua incursão aos quadrinhos aconteceu no início da década de 90 em revistas da Bulgária como Godan e Riko.

- Tem como grande parceiro o escritor Brian Michael Bendis, com o qual produziu a maioria das histórias do Demolidor escritas por ele entre 2001 e 2006. Essa fase do personagem foi muito elogiada pela crítica e público, premiando-os com o Eisner Awards em 2003 e sendo comparada pela IGN como a fase mais emblemática do Demolidor desde que Frank Miller catapultou seu sucesso na década de 80.

- Alex Maleev e Brian Michael Bendis ainda trabalharam em muitos outros títulos como Sam e Twitch (pela Image, em 2000 e 2001), Novos Vingadores (para a Marvel em 2006, 2007 e 2009), Poderosos Vingadores (em 2008), Mulher-Aranha (em 2009 e 2010), Halo (da série de video games, quadrinização para a Marvel, em 2007), Cavaleiro da Lua (em 2011 e 2012), International Iron Man (em 2016) e Scarlet (para a Icon Comics, em 2010).

E hoje convidamos a todos a visitarem a galeria de arte da Sala de Perigo, onde poderão vislumbrar as revistas com a arte de Alex Maleev que poderão fazer parte de sua fina coleção. Na Sala de Perigo, seu pedido chega com extrema pontualidade e, com certeza, iremos figurar entre suas futuras negociações. CLIQUE AQUI e abaixo e experimente!

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

BRUCE JONES

Curiosidades sobre Bruce Jones:

- O escritor iniciou sua carreira nos quadrinhos em Abril de 1971, em uma pequena história para a revista Web of Horror, da editora Major Publications. Na ocasião, não só escreveu como também desenhou a história. Ainda nesse início com histórias de terror, Bruce Jones chegou a escrever para as revistas Creepy e Eerie, da editora Warren Publishing, só que sob o pseudônimo de Philip Roland.

- Na década de 80, Bruce Jones escreveu para a Marvel, ainda em títulos que fugiam um pouco da vertente de super-heróis da editora. Além de histórias curtas em antologias de ficção científica, ficou responsável pela revista do Ka-Zar de 1981 a 1983, acompanhado pelos desenhistas Brent Anderson e Ron Frenz. Apesar de o personagem fazer parte do Universo Marvel de personagens, suas aventuras na selva fugiam um pouco do padrão e era ideal ao que Jones fazia até então. Durante esse período, também escreveu para a revista Conan, O Bárbaro, ainda na Marvel. Este, apesar de mais distante da cronologia dos super-heróis, era outro título bem ao estilo do escritor.

- Bruce Jones ficou responsável por uma premiada fase de histórias do Hulk entre 2001 e 2005. Nessa fase, levou o personagem a ser envolto em um clima de conspiração e até mesmo a enfrentar uma grave doença degenerativa. As histórias eram carregadas de suspense psicológico e intimista, a tal ponto que autores posteriores chegam a cogitar, para efeitos de cronologia, que tudo não passou de uma ilusão do Hulk.

E hoje a Sala de Perigo está envolta nas névoas da aventura com uma seleção especial de revistas com histórias de Bruce Jones. Visite que, além de se tornar cliente, ainda irá nos recomendar para quem, como você (e como nós!!!) também adora um bom quadrinho. CLIQUE AQUI e conheça esse seleção.

XEQUE-MATE

Curiosidades sobre o Xeque-Mate:

- O grupo Xeque-Mate é uma divisão da Força Tarefa X. Esse nome é familiar para quem conhece o Esquadrão Suicida, uma vez que o grupo, que ganhou sua versão cinematográfica recentemente, também é administrado como uma divisão da Força Tarefa X.

- O Xeque-Mate (Checkmate, no original) surgiu na revista Action Comics 598, em março de 1988, em uma história escrita por Paul Kupperberg e desenhada por John Byrne. Na verdade, o grupo teve como criador Kupperberg, já que Byrne fazia sucesso na época com as histórias do Superman, publicadas na Action Comics, e serviu de trampolim para apresentar os personagens, que ganharam sua própria revista logo em seguida, desenhadas por Steve Erwin (que teve mais participação na criação do visual dos agentes do grupo).

- A primeira série do Xeque-Mate durou 33 edições, de 1988 a 1991, todas escritas por seu criador, Paul Kupperberg. Nessa fase, as aventuras giravam em torno das missões dos agentes do grupo, que tinha denominações/cargos com nomes de peças de xadrez. Os agentes de campo, com sua característica vestimenta, eram chamados de cavalos. Já a segunda série, escrita em sua maioria por Greg Rucka, surgiu após a saga Projeto Omac (que precedeu outra saga, chamada Crise Infinita), reformulou a estrutura do Xeque-Mate e até mesmo utilizava conhecidos super-heróis como seus novos agentes.

E hoje a Sala de Perigo tem uma missão super-secreta pra você: descobrir uma incrível seleção de revistas com histórias dos agentes especiais do Xeque-Mate! Na Sala de Perigo você encontra revistas de primeira qualidade e com uma entrega super rápida! CLIQUE AQUI e descubra cada detalhe de como equipar sua coleção!

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

GREG CAPULLO

Curiosidades sobre Greg Capullo:

- Além de seus trabalhos com quadrinhos, Greg Capullo também é conhecido pela arte do álbum de bandas como Iced Earth (The Dark Saga, de 1996, que foi inspirado, inclusive, em Spawn; e Something Wicked This Way Comes, de 1998), Korn (Follow the Leader, de 1998) e Disturbed (Ten Thousand Fists, de 2005).

- Começou a desenhar precocemente. Ele costuma se lembrar do primeiro Batman que fez... com apenas 4 anos de idade. E praticamente continuou como um autêntico fã do Batman, tendo em Cavaleiro das Trevas, de Frank Miller, seu quadrinho preferido. E deve ter realizado um grande sonho de fã, já que evoluiu o bastante para, décadas depois, se tornar um dos mais elogiados desenhistas do homem-morcego, na fase Novos 52, escrita por Scott Snyder.

- Segundo Greg Capullo, suas maiores influências artísticas são John Buscema (Vingadores, Conan, Quarteto Fantástico, Surfista Prateado, Tarzan, Thor), Neal Adams (Batman, O Bravo e o Audaz, Lanterna Verde e Arqueiro Verde, Desafiador, X-Men), Gene Colan (Demolidor, Doutor Estranho, Howard - o pato, A Tumba de Drácula) e Gil Kane (Lanterna Verde, Elektron, Homem-Aranha e Punho de Ferro).

- A arte de Greg Capullo ganhou ainda mais fama quando ele começou a desenhar as histórias do personagem Spawn, mostrando-se um substituto perfeito para o desenhista anterior (e criador do personagem), Todd McFarlane. A dupla, inclusive, trabalha em equipe até mesmo em projetos fora os quadrinhos, como as já citadas capas para álbuns de bandas, animações e design de bonecos.

E hoje a Sala de Perigo pode até parecer que está com um vazamento mas... não se preocupe! Vista sua bota e venha desbravar pela densa arte de Capullo, que parece escorrer talento e aquele climão de suspense. Na Sala de Perigo você encontra a confiança de uma boa e segura compra, além de ser surpreendido com a rapidez com a qual receberá as revistas para manter sua coleção. CLIQUE AQUI e desbrave nosso acervo.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

MARV WOLFMAN

Curiosidades sobre o Marv Wolfman:

- O verdadeiro nome de Marv Wolfman, escritor nova-iorquino que nasceu em 13 de Maio de 1946, é Marvin Arthur Wolfman.

- Marv Wolfman foi editor das revistas em branco e preto da Marvel em 1974 e 1975 e das demais revistas da editora até 1976.

- A revista Tumba de Drácula, que inseriu Drácula no Universo Marvel em Abril de 1972, no início dividiu suas histórias entre escritores como Gerry Conway, Archie Goodwin e Gardner Fox. Mas foi só na sétima edição que ela encontrou em Marv Wolfman seu escritor definitivo. O próprio Wolfman não imaginava o sucesso que faria na revista e diz que só encontrou o rumo do que pretendia fazer no título seis meses depois de sua estreia. A parceria com o desenhista Gene Colan no título era mais dinâmica do que o "modo Marvel" de se fazer roteiros (onde o escritor apresenta a ideia, o desenhista desenvolve as páginas a partir dela e, com as páginas prontas, o escritor - ou mesmo um segundo roteirista - complementa com os diálogos). Na verdade, Wolfman e Colan conversavam bastante para o desenvolvimento das tramas até chegarem a um consenso colaborativo/criativo.

- Outra famosa parceria de Wolfman aconteceu com o desenhista George Pérez. A dupla produziu uma aclamada e famosa fase junto aos Novos Titãs (que, dentro da DC, rivalizava com os X-Men da Marvel, quando o grupo estava no auge e era produzido por Chris Claremont e John Byrne). Tal sucesso também os levou a produzir uma das mais importantes minisséries da editora, Crise nas Infinitas Terras. Quando Wolfman escreveu a saga Batman Ano 3, que desenvolvia o passado de Dick Grayson pós-Crise, a história se acontecia na revista do Batman que era desenhada por Pat Broderick. E na saga Um Lugar Para Morrer, espécie de continuação de Ano 3, apresentando o personagem Timothy Drake, que assumiria o manto de novo Robin, a história era apresentada na revista do Batman (desenhada por Jim Aparo) e dos Novos Titãs (desenhada por Tom Grummett). Em todos esses casos, a parceria e amizade de Wolfman e Pérez estava presente, já que o desenhista foi responsável pelas capas de ambas as sagas.

E hoje a Sala de Perigo faz homenagem a esse grande amigo de seus parceiros desenhistas (e mostra que também é uma loja parceira de seus clientes) com uma seleção especial de revistas com roteiros de Marv Wolfman. Na Sala de Perigo, sua revistas chegam muito rápido até suas mãos, embaladas de forma a manter o excelente estado de conservação de cada uma delas e você tem toda a atenção e orientação para aumentar ainda mais sua coleção. CLIQUE AQUI e Descubra-nos!

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

HOMEM-ANIMAL

Curiosidades sobre o Homem-Animal:

- Bernard Baker, mais conhecido como Buddy Baker, teve uma grande surpresa quando encontrou uma nave extraterrestre e uma surpresa ainda maior quando a mesma explodiu bem próxima a ele. Como resultado da exposição à energia dessa explosão, Buddy Baker adquiriu os poderes de "imitar" as habilidades de qualquer animal que estivesse próximo. Por exemplo, ele podia voar caso estivesse próximo a um pássaro ou adquirir superforça proporcional a de uma formiga, caso estivesse próximo a uma. Buddy criou um uniforme e decidiu combater o crime utilizando esses poderes como o Homem-Animal.

- O personagem foi criado pelo escritor Dave Wood e pelo desenhista Carmine Infantino em Setembro de 1965 para a revista Strange Tales. A revista publicava histórias curtas de ficção científica e a que mostrava a primeira aparição de Buddy Baker, bem como o acontecimento que lhe deu poderes, era bem isso. Tanto que ele só viria a utilizar o nome de Homem-Animal em sua terceira história.

- Apesar de ser um dos personagens do Universo DC, sua discreta origem (notem que sua criação sequer tinha pretensão de ser uma história de super-herói) se refletiu no desempenho do personagem nos meses que se seguiram. Afinal, ele nunca teve uma popularidade entre os personagens da editora de Batman e Superman, sendo lembrando apenas em algumas participações com outros personagens (ainda assim, histórias sem muito destaque). Só teria reconhecimento do público (e crítica) em 1988, quando o escritor Grant Morrison roteirizou sua revista própria, dando uma abordagem inusitada, repleta de metalinguagem e situações bizarras para suas aventuras.

E hoje a Sala de Perigo está em sintonia com o reino animal e vai te colocar nas proximidades de uma seleção especial de revistas com histórias do Homem-Animal. Na Sala de Perigo você recebe toda a atenção que um fã de quadrinhos merece, suas revistas chegam em excelente estado de conservação e bem embaladas e você poderá, enfim, completar sua coleção. CLIQUE AQUI e conheça nossa loja virtual.

domingo, 18 de setembro de 2016

ED MCGUINNESS

Curiosidades sobre Ed McGuinness:

- Edward James McGuinness, ou Ed McGuinness como é mais conhecido, tem entre seus trabalhos mais citados os desenhos para a revista Deadpool (em 1997, escrita por Joe Kelly), Superman (de 2000 a 2002, escrita por Jeph Loeb), Superman/Batman (2003 e 2005, também com Loeb) e Hulk (de 2008 a 2011, novamente com Loeb e finalizando com Jeff Parker).

- Assim como a costumeira parceria com Jeph Loeb nos roteiros, o arte finalista com quem é mais frequente fazer uma parceria na arte é Dexter Vines. É comum encontrar nas capas desenhadas por McGuinness a assinatura "EdEx", referenciando essa parceria.

- O sucesso da longa parceria com Jeph Loeb na revista Superman (na fase em que Lois Lane estava agindo muito estranhamente contra Clark Kent) serviu de impulso para revista Superman/Batman, que redefinia a antiga parceria dos dois maiores heróis da DC Comics que ocorria na revista World's Finest.

E hoje a Sala de Perigo tem uma seleção leve como o traço de Ed McGuinness, mas valiosa para você completar sua coleção nessa seleção de revistas com os desenhos do artista. A Sala de Perigo oferece toda a segurança nas suas compras, rapidez na entrega de seus pedidos (pois sabemos a alegria que é receber aquele pacote do correios com seus novos quadrinhos) e a qualidade que você exige com cada precioso novo item da coleção. CLIQUE AQUI e... para a Sala e avante!

sábado, 17 de setembro de 2016

DAN ABNETT


Curiosidades sobre Dan Abnett:

- O escritor inglês Dan Abnett tem a grande maioria de seu trabalho com quadrinhos em parceria com o também escritor e arte finalista Andy Lanning (que também é inglês). A dupla, conhecida no meio dos quadrinhos como DnA (Dan and Andy) criou o personagem Ressurreição, para a DC Comics.

- Em 1990, junto ao escritor John Tomlinson e o desenhista Gary Erskine, criou o grupo Knights of Pendragon, para a filial inglesa da Marvel. O grupo mesclava a mitologia em torno do Rei Arthur com super-heróis. Tinha uma temática política e de preocupação com o meio ambiente, com elementos do folclore britânico e culturas neopagãs. A abordagem ao meio ambiente chegou a tal ponto que, no início, até mesmo o papel feito para a impressão da revista não apenas era de um tipo reciclado, como também tinha um tratamento químico menos agressivo.

- Durante a saga DC Um Milhão, onde os personagens da DC eram mostrados interagindo com suas partes de um futuro muito muito muito distante (algo como se as revistas mensais alcançassem o número 1.000.000), Dan Abnett e Andy Lanning escreveram a história referente ao número um milhão da revista Adventures of Superman, onde há o encontro do homem de aço com o personagem criado pela dupla, o Ressurreição.

E hoje vamos dar aquela paradinha para o chá na Sala de Perigo e aproveitar para ver a seleção de revistas com os roteiros de Dan Abnett. Na Sala de Perigo você encontra um atendimento com rapidez, total atenção ao cliente e a confiabilidade que os fãs de quadrinhos, que prezam por sua coleção, merecem. CLIQUE AQUI  e visite, conheça, surpreenda-se!

CAPITÃO AMÉRICA

Curiosidades sobre o Capitão América:

- Com o fim da Segunda Guerra Mundial, personagens como o Capitão América perderam seu apelo diante do público. O gênero de super-heróis como um todo sofreu certo desgaste, uma vez que a motivação de um inimigo do mundo real a ser combatido havia desaparecido e o apelo propagandista, explorado exaustivamente nos quadrinhos, também. Sua revista chegou a ser cancelada, tendo uma curta volta em 1954, mas que se rendeu aos novos quadrinhos voltados para ficção científica, terror, faroeste e até mesmo romance.

- A Morte do Capitão América, publicada em 2007, se tornou um evento marcante dos quadrinhos, por seu apelo ao grande público, muito além dos leitores costumeiros de quadrinhos. O evento teve grande atenção e cobertura da mídia e, como esperado, alavancou as vendas das revistas referentes ao personagem. A grande imprensa, escrita ou televisionada, veiculou com tamanha comoção a notícia que passava a impressão de ser a morte de uma personalidade do mundo real.

- O escritor Joe Simon, que juntamente ao desenhista Jack Kirby foi o responsável pela criação do Capitão América, é considerado o primeiro editor da então pequena editora Timely, que décadas depois se tornaria a Marvel. O personagem surgiu em Março de 1941, na revista Captain America Comics e, em sua estreia, teve a impressionante marca de um milhão de cópias vendidas.

E hoje a Sala de Perigo está patriótica! Uma grande seleção de revistas com o Capitão América para você escolher qual delas está faltando em sua coleção. Na Sala de Perigo você encontra revistas em ótimo estado de conservação, preço justo e a atenção que o fará se tornar um cliente recorrente. CLIQUE AQUI e venha nos visitar.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

JOHN ROMITA JR

Curiosidades sobre John Romita Jr:

- John Salvatore Romita, mais conhecido como John Romita Jr, e até mesmo como JRJR, é um desenhista com extensa produção de quadrinhos, principalmente para a Marvel, editora para a qual trabalhou desde os anos 70 até recentemente, quando, pela primeira vez, passou a fazer parte da equipe da DC Comics.

- John Romita Jr trabalhou tanto tempo na Marvel que praticamente só faltou ter nascido lá. E olha que não está muito longe disso! Acontece que seu pai é John Romita Sr, um dos mais notórios desenhistas da Marvel em seus primórdios (principalmente em uma emblemática fase da revista do Homem-Aranha) e sua mãe, Virginia Romita, também foi gerente da empresa.

- Em 2004, Romita Jr trabalhou com o escritor Mark Millar na revista Wolverine, na saga chamada Inimigo do Estado, onde o mutante tem sua mente apagada e se torna um perigoso assassino, confrontando diversos heróis da Marvel. Essa parceria com Millar aconteceria outras vezes, inclusive na criação de Kick-Ass, em 2008, nas minisséries subsequente e na série solo da personagem Hitgirl.

E o bom filho a Sala torna! Na seleção de revistas de hoje da Sala de Perigo, temos a presença da arte do Júnior em diversos momentos para você completar sua coleção. Com a Sala de Perigo, sua loja virtual de quadrinhos, seus pedidos chegam com total rapidez e você tem toda segurança tanto com o pagamento via boleto, cartão (inclusive com parcelamento de suas compras) e também com o cuidado com que suas revistas devem chegar a suas mãos. CLIQUE AQUI e venha nos conhecer.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

DOUG MOENCH

Curiosidades sobre Doug Moench:

- O primeiro trabalho publicado do escritor Doug Moench foi a tira My Dog Sandy, impresso e distribuído no jornal de sua escola. Profissionalmente, começou escrevendo séries de zumbis para a revista Eerie, onde trabalhou com desenhistas como Neal Adams e Esteban Maroto, e alguns roteiros para a revista Vampirella (ambas da editora Warren), no começo da década de 70. Nesse período, também escreveu para o jornal Chicago Sun Times e chegou até mesmo a receber um prêmio, em 1972, por seu artigo sobre a violência nos metrôs de Chicago.

- Em 1973, Doug Moench escreveu seu primeiro roteiro para a Marvel. Curiosamente, trazendo um pouco do estilo de terror adquirido na Warren, sua colaboração foi para a revista Chamber of Chills, que publicava antologias de terror. No Marvel, Moench acabou se tornando um dos mais frequentes colaboradores da linha de histórias em branco e preto, principalmente na linha mais puxada para o terror. Ainda na Marvel, contribuiu com outros projetos, como a adaptação para os quadrinhos dos dois primeiros filmes da franquia Planeta dos Macacos e para a série de aventura Doc Savage (em parceria com o desenhista John Buscema).

- Apesar de se tornar um escritor de quadrinhos do gênero de super-heróis, a carreira de Moench mostra que ele apenas estava escrevendo no universo deles, mas experimentando outros gêneros ou mesmo os unindo aos super-heróis. Um dos exemplos dessa mistura é a segunda minissérie apresentando Batman contra o monstro da franquia cinematográfica de ficção científica O Predador. Batman, inclusive, teve muito dos roteiros de Moench e, verdade seja dita, é um personagem pulp o suficiente para figurar entre seus diversos trabalhos.

E hoje a Sala de Perigo está polivalente e variada com uma bela seleção de revistas com os roteiros de Doug Moench. CLIQUE AQUI e testemunhe o encontro do talento do escritor com os mais conceituados quadrinhos.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

WOLVERINE



Curiosidades sobre Wolverine:

- Durante muito tempo se especulou qual seria o verdadeiro nome de Wolverine. Até mesmo a origem do personagem patinou durante décadas até que a Marvel chegasse a um consenso. Isso porque quando surgiu, em 1974, era apenas mais um personagem coadjuvante de uma história do Hulk. Mais um entre tantos que estavam ali mais como teste para ver se emplacava (e as chances não eram lá das melhores). E não foi na revista do Hulk que ele conseguiu sua longevidade editorial, mas sendo convocado como um novo integrante dos X-Men que, na época, também ainda tentavam encontrar seu caminho na popularidade. As coisas correram bem para o esquentado anti-herói e, muito tempo depois, ficamos sabendo seu verdadeiro nome, que não é apenas Logan, com o qual ficou conhecido, mas James Howlett.

- A popularidade de anti-heróis dos quadrinhos na década de 1990 é uma consequência do sucesso de séries como Batman: O Cavaleiro das Trevas (de Frank Miller) e Watchmen (de Alan Moore e Dave Gibbons), publicados pela editora DC Comics. Essas consequências, na verdade, não foram sentidas apenas em uma ou outra editora, mas praticamente em toda a indústria dos quadrinhos. Na Marvel, os dois maiores representantes da onda de anti-heroísmo (e sua respectiva popularidade) são Justiceiro e Wolverine.

- Wolverine passou a integrar os X-Men a partir de 1975, quando o grupo contou com novos heróis, cada um deles representando uma nacionalidade (ou etnia, no caso de Pássaro Trovejante, que era um representante do povo Apache). Dentre esses "embaixadores" mutantes, estava Wolverine, que era do Canadá. Apesar disso, o clima da revista, mostrando heróis mutantes perseguidos pelo preconceito contra suas mutações, permaneceu íntegro o bastante para que nenhum desses novos heróis tivesse uma representatividade puxada ao patriotismo de suas respectivas nações.

E hoje a Sala de Perigo está de garras afiadas com uma seleção especialíssima com revistas onde você encontra histórias de Wolverine. CLIQUE AQUI e... sabe aquela sua coleção de quadrinhos que falta uma ou outra edição? Você vai descobrir que essa falta de algumas edições tem cura. Fator de cura.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

HUMBERTO RAMOS

Curiosidades sobre Humberto Ramos:

- O desenhista começou sua carreira em 1993 no selo Milestone, da DC Comics, que mostrava um universo de super-heróis de outras minorias étnicas. A própria equipe da Milestone era formada por desenhistas e escritores de outras etnias e nacionalidades, sendo que Humberto Ramos é natural do México. Na Milestone, ele ficou responsável pela arte do herói Hardware.

- Em 1998, Humberto Ramos criou, juntamente com o escritor Brian Augustyn, a série Crimson, publicada pelo selo Cliffhanger, inicialmente pela editora Image, passando posteriormente para a Wildstorm. A história da série, que durou 24 edições, tem como protagonista o jovem Alex Elder, atacado por vampiros que, no entanto, acabam se tornando seus amigos. Agora, também como uma criatura da noite, Alex tem que se adaptar a sua nova condição. A série segue mostrando outros elementos de terror, como lobisomens e demais criaturas sobrenaturais, e até deidades bíblicas.

- O estilo caricato da arte de Humberto Ramos divide os leitores de quadrinhos entre os que são fãs e os que chegam a temer quando ele assume determinado personagem ao qual se está acostumado a um traço mais convencional. Um exemplo disso foi que ficou responsável pelas violentas histórias do Wolverine, na época do evento Guerra Civil sem, no entanto, deixar que o clima pesado dos roteiros fosse afetado. Apesar de seu estilo peculiar para o gênero de super-heróis, é requisitado em diversos títulos tanto da Marvel quanto da DC, onde forma parcerias relativamente longas com diversos escritores. Obviamente, Humberto Ramos não é o único desenhista a ter um traço mais estilizado em se tratando de super-heróis. Mas talvez seja o mais importante representante dessa vertente.

E hoje a Sala de Perigo está com uma temática mexicana. Portanto, tome cuidado caso experimente uma iguaria mais apimentada. De qualquer forma, CLIQUE AQUI e refresque-se com uma seleção do igualmente mexicano Humberto Ramos em diversas revistas que vão dar aquele importante diferencial para sua coleção.

domingo, 11 de setembro de 2016

DAN JURGENS

Curiosidades sobre Dan Jurgens:

- Dan Jurgens iniciou sua carreira nos quadrinhos, em 1982, desenhando a revista do Guerreiro (Warlord), personagem no estilo espada e magia criado pelo escritor e também desenhista Mike Grell, que cuidava da arte da revista desde seu início, cinco anos atrás. E foi o próprio Mike Grell quem indicou Jurgens para a arte da revista, depois de ficar impressionado com seu portfólio, que lhe foi apresentado em uma convenção. Grell continuou escrevendo a revista do Guerreiro enquanto Jurgens a desenhava e mesmo quando o escritor saiu do título, o desenhista permaneceu por um bom tempo.

- Entre 1984 e 1985, Dan Jurgens desenhou a minissérie em doze partes dos Demônios Solares (Sun Devils). Com um clima de space-opera, a série era escrita por Gerry Conway e Roy Thomas. No entanto, ao longo da série, Jurgens também chegou a escrever alguns roteiros, sendo até mesmo o escritor principal pouco antes de final da série. Anos depois, quando Jurgens era parte da equipe de desenhista das revistas do Superman, chegou a mostrar um encontro do homem de aço com os heróis espaciais.

- Em 1986, Dan Jurgens criou seu próprio e mais emblemático personagem: o Gladiador Dourado. Após os eventos de Crise nas Infinitas Terras, onde todo o universo de personagens da editora DC Comics foi reformulado, tornou-se o mais importante personagem inédito criado nessa nova fase (levando em conta que a grande maioria era formada por personagens antigos reformulados ou mesmo adquiridos de outras editoras e incorporados ao Universo DC). O Gladiador Dourado chegou a ter revista própria, ser importante membro da Liga da Justiça (onde fez uma parceria cômica como o Besouro Azul) e ser um dos mais importantes heróis ligados, literalmente, a cronologia da DC.

E temos tons de dourado hoje na Sala de Perigo, com uma seleção de revistas onde você pode encontrar o talento de Dan Jurgens, tanto escrevendo quanto desenhando. CLIQUE AQUI e viaje no tempo e espaço para encontrar mais essas revistas para sua coleção

sábado, 10 de setembro de 2016

LANTERNA VERDE

Curiosidades sobre o Lanterna Verde:

- Apesar da versão original do Lanterna Verde, surgida na Era de Ouro (em Julho de 1940), ter uma temática mais voltada ao misticismo e ao suspense, foi na Era de Prata, onde a versão mais conhecida do herói surgiu (em Outubro de 1959), que se firmou a temática de ficção-científica tanto em suas histórias quanto no próprio personagem.

- O gênero de super-heróis viu sua ascensão em uma época que as minorias étnicas não eram exatamente protagonistas das histórias. No entanto, com o passar das décadas, muitos dos personagens foram retratados como substitutos dos originais, representando essas minorias. Um exemplo é o afro-americano John Stewart que, na década de 70, surgiu como alternativa para o Lanterna Verde Hal Jordan, tornando-se membro efetivo da Tropa dos Lanternas Verdes na década de 80. Nos anos 2000, o desenho animado da Liga da Justiça utilizou justamente John Stewart como Lanterna Verde membro do grupo. No entanto, não se trata de uma substituição do personagem, uma vez que tanto John quanto Hal coexistem como Lanternas Verdes.

- Já uma mudança no próprio conceito do personagem ocorreu com o Lanterna Verde da Era de Ouro, Alan Scott, onde foi reapresentado como um personagem homossexual, na fase conhecida como Os Novos 52. Houve certa confusão ao se divulgar essa informação no Brasil, dando a entender que essa nova abordagem dizia respeito a Hal Jordan. Essa confusão se deu devido à informação, veiculada pela TV, ter sido transmitida com imagens do Lanterna Verde do filme de 2011, estrelado por Ryan Reynolds (que interpretava o Lanterna Verde Hal Jordan). Apesar de a informação ter sido corrigida em seguida, há, entre o grande público não leitor de quadrinhos, quem considera que Hal Jordan é homossexual... sem fazer ideia de quem é Alan Scott.

E a Sala de Perigo hoje está com uma iluminação esverdeada sobre uma seleção de revistas com Lanternas Verdes de todas as tonalidades. CLIQUE AQUI e entre pra Tropa.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

HOWARD PORTER

Certos desenhistas têm o seu nome tão ligado à determinada personagem que acabam se confundindo com a criação do mesmo. É o caso de Howard Porter e o super-herói The Ray. Na verdade, sua versão, a qual começou a desenhar em 1994, é a reformulação de um herói do mesmo nome criado em 1940 por Lou Fine, para editora Quality Comics. E mesmo a versão modernizada dos anos 90 não foi criação de Porter. Foi introduzido em uma minissérie escrita por Jack C. Harris e desenhada por Joe Quesada, dois anos antes da revista própria do personagem (essa sim, desenhada por Howard Porter) ter sido publicada. Acontece que Porter ficou no título por todas as suas 14 edições e seu traço se tornou tão emblemático visualmente que é a versão mais aceita e reconhecível.

Outra história pela qual é muito lembrado é a minisséria A Vingança do Submundo, escrita por Mark Waid em 1995 e que desencadeou um crossover entre os títulos da editora. Isso serviu de ponte para que o artista tivesse prestígio o suficiente e se tornasse o principal desenhista da nova revista da Liga da Justiça, em 1997, escrita por Grant Morrison.

E por falar em marcar presença, que tal marcar a sua visitando a seleção de revistas na Sala de Perigo, hoje apresentando a arte de Howard Porter? CLIQUE AQUI e siga o traço desse grande talento.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

JEPH LOEB

O escritor Jeph Loeb (nascido Joseph Loeb III), não é apenas conhecido nos quadrinhos, mas também é um nome recorrente no cinema e séries de TV, tanto como produtor quanto como escritor. Exerceu, por exemplo, ambos os cargos em séries como Smallville e Lost.

Nos anos 80, o ator Michael J. Fox estava em ascensão e estrelava o seriado Caras & Caretas. Aproveitando um hiato do seriado, devido à gravidez de uma atriz, o estúdio queria aproveitá-lo em uma produção que fosse rápida pra ser rodada nesse intervalo e, principalmente, tivesse um custo baixo. Surgiu então um roteiro do então jovem Jeph Loeb, que na época trabalhava em um restaurante TGI Friday, e se tornou o filme "O Garoto do Futuro".

Em seguida, ainda nos anos 80, e já familiarizado com essa nova vocação, Loeb apresentou um roteiro de filme para o produtor Robert Kosberg. Esse roteiro chegou às mãos de Joel Silver e tinha Gene Simmons (do Kiss) como ideia para protagonizá-lo. Depois, com mudanças, chegaram a cogitar Nick Nolte e, finalmente, tornou-se o filme "Comando Para Matar", que foi estrelado por Arnold Schwarzenegger.

E a sessão de cinema da Sala de Perigo hoje está boa e saudosista pelo jeito. E para acompanhar um bom filme, nada como uma boa pipoquinha e, de quebra, ainda tem quadrinhos com roteiros do escritor homenageado de hoje. Para "assistir" essa movimentada seleção de revistas escritas por Jeph Loeb, CLIQUE AQUI e acomode-se para completar sua coleção.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

HULK

O Hulk é um dos mais peculiares super-heróis, destacando-se por ser diferente do arquétipo de herói no qual as pessoas poderiam confiar. Sendo constantemente perseguido, é visto com certo ceticismo e até mesmo temor devido à imprevisibilidade de seus atos, aliados com um visual monstruoso. Ainda assim, entre o público, é um dos personagens mais populares dos quadrinhos. Para se ter uma ideia, segundo a revista Esquire, Hulk foi escolhido como uma das figuras mais aclamadas pelos estudantes nos anos 60, isso concorrendo com personalidades do mundo real como John F. Kennedy e Bob Dylan, ícones entre os jovens da época.

Stan Lee criou o personagem juntamente com o desenhista Jack Kirby. Lee acompanhou sua criação em outras mídias também. Foi narrador do desenho animado do personagem nos anos 80. No filme O Julgamento do Incrível Hulk, Lee aparece como um dos jurados no tribunal. No filme do Hulk, de 2003, ele faz um segurança em dupla com ninguém menos que o ator Lou Ferrigno, que interpretou o personagem em seu próprio seriado nos anos 70. Chegou até mesmo a dizer que ele era o próprio Hulk em um episódio de participação no desenho Os Simpsons. Hoje, a presença do escritor é quase certa em todos os filmes envolvendo os personagens da Marvel.

Hoje vamos lhe fazer a proposta de relaxar e dar um passeio pela Sala de Perigo. Esqueça o nervosismo do dia-a-dia, passeando por uma seleção especial de revistas pra que você possa adquirir algumas para sua coleção e ler tranquilamente sempre que quiser. Visite com calma e se divirta : www.saladeperigo.loja2.com.br
 
Para uma seleção especial de revistas com o Hulk, clique em Hulk, a partir de R$ 7,20

terça-feira, 6 de setembro de 2016

BART SEARS

O desenhista Bart Sears (nascido Bart Whitman Sears) trabalhou para várias editoras como a Marvel, DC Comics, Image, Dark Horse e Valiant. Além disso, foi designer para brinquedos e jogos. Sua arte, que é característica por mostrar personagens musculosos, também faz parte da série Brutes & Babes, que foi publicada na revista Wizard, onde aproveitou esse estilo para ensinar sobre anatomia nos quadrinhos.

Em 1994, Bart Sears desenhou a minissérie do inimigo do Spawn, o demônio Violador, escrita por Alan Moore, para a editora Image. O traço característico de Sears caiu como uma luva (ou como uma cabeça de mafioso... quem ler vai entender...) nessa série que é uma paródia de quadrinhos mais violentos. Sears recebeu o roteiro de Moore de uma forma diferente. Ao invés de um maior aprofundamento na personalidade dos personagens, feitas em forma de texto e descrições ao desenhista, Moore optou por "rascunhar" as cenas das páginas, deixando que Sears fizesse o desenho finalizado e, só assim, acrescentando os diálogos. Curiosamente, o "modo Marvel" de se fazer quadrinhos, popularizado por Stan Lee.

Na história, há cenas exageradas de violência (comuns nas histórias do universo de Spawn) e um coadjuvante extremamente truculento que faz uma "homenagem" aos anti-heróis militarizados dos anos 90 (um paralelo mais próximo seria compará-lo a um genérico do Justiceiro). Os leitores já conheciam a arte de Bart Sears das aventuras cheias de humor da Liga da Justiça Europa. Portanto, o clima descompromissado dessa minissérie infernal também sacia de humor negro (eu diria nonsense negro) quem se aventura por rir na cara de demônios como Violador e seus irmãos.

Hoje a Sala de Perigo não vai dar moleza não! Quer todo mundo malhando pra ficar com músculos metálicos iguais aos que Bart Sears desenha. É só conferir na seleção especial de revistas com sua arte e ajudar a sua coleção a ficar mais forte. CLIQUE AQUI e vá para nossa academia.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

GEOFF JOHNS

Geoff Johns escreveu o Lanterna Verde durante grande período de sua carreira, trazendo Hal Jordan de volta, na minissérie Renascimento, em 2004. Desenvolveu a apresentação dos espectros de cor dos anéis, mostrando mais Lanternas além dos Verdes, o que culminou com a série A Noite Mais Densa, onde os leitores conheceram os Lanterna Negros. A fase de Geoff Johns com o personagem foi sucesso de crítica e público. O principal desenhista que o acompanhou na nova empreitada foi Ethan Van Sciver.

Além do Lanterna Verde, foram importantes as contribuições de Geoff Johns para Aquaman, Flash e Superman. Foi o escritor que, juntamente com o desenhista Jim Lee, ficou responsável, em 2011, pela nova versão da Liga da Justiça, na fase chamada de Os Novos 52.

Além de escritor de quadrinhos, também escreve e está envolvido com produção para TV e cinema. Em Julho de 2016, foi nomeado Diretor de Criação da DC Comics. Também é o diretor de conteúdo responsável pela DC Films, respondendo a Warner no que diz respeito de adaptações cinematográficas dos personagens da editora. Em um envolvimento mais direto com o cinema, é um dos roteiristas do novo filme da Mulher-Maravilha, a ser lançado em 2017.

E a Sala de Perigo hoje conta com a ilustre presença desse verdadeiro "operário-padrão" da DC Comics, trazendo uma seleção especial de revistas com roteiros de Geoff Johns. CLIQUE AQUI e presencie a força de seus escritos.

domingo, 4 de setembro de 2016

THOR

Thor apareceu na Era de Prata dos quadrinhos, período que englobam publicações entre 1956 e 1970. Mais especificamente, sua primeira história foi publicada em Agosto de 1962. Mas não foi em sua própria revista e sim na edição 83 da Journey Into Mystery, revista que começou na década de 50 publicando antologias de terror e, posteriormente, mudou o tom para histórias de ficção científica. O Universo Marvel, bem como seus personagens, ainda era uma novidade e nem mesmo a própria editora sabia se eles realmente dariam certo. Para não arriscar um lançamento fadado ao fracasso, certos personagens eram lançados em meio a essas antologias. Conforme sua popularidade, eles ganhavam o seu próprio título ou, como no caso de Thor, a mesma revista passou a ter seu nome a partir de 1966.

O sucesso de Thor dentro da Journey Into Mystery era tanto que, além de suas aventuras, chegou a publicar até um derivado delas, chamado Contos de Asgard, que começou a ser publicado a partir da edição 97, em Outubro de 1963. Eram adaptações das lendas nórdicas (que inclusive inspiraram a criação do super-herói), com um toque Marvel, já que se aproveitava para contar sobre a juventude do deus do trovão.

A conquista do herói em sua própria revista foi gradual. As primeiras histórias de Thor tinham apenas 13 páginas dentro da Journey Into Mystery. Dois anos depois, passaram a ter 18 páginas. A seguir, a revista continuou com o mesmo nome, mas era possível notar pelo novo logo quem mandava lá. "Journey Into Mystery" aparecia em letras pequenininhas e quando citava "apresentando o Poderoso Thor", um logo igualmente poderoso dominava a capa, continuando assim até o nome da "Journey" ser substituído de vez.

Parece que vem mais chuva por aí e, novamente, a sua Sala de Perigo oferece abrigo pra quem não se preveniu (quem se preveniu também é bem-vindo). Aproveite para dar uma olhada na seleção especial de revistas com o Thor que fizemos pra vocês. Além de saírem sem se molhar, ainda poderão adquirir ótimas revistas para suas coleções. CLIQUE AQUI e deixe o Mjolnir levá-los até lá.

sábado, 3 de setembro de 2016

KERRY GAMMIL

O desenhista Kerry Gammil é fã dos quadrinhos desde a década de 60, tendo como ídolos Jack Kirby, Steve Ditko, John Buscema, Gene Colan e Jim Steranko.

Seu primeiro trabalho publicado aconteceu na Marvel, em Setembro de 1978, na revista Marvel Team-Up n° 73. A história, escrita por Gary Friedrich, mostrava o encontro entre Homem-Aranha e Demolidor, onde eles enfrentaram O Coruja. No começo da década de 80, foi o principal desenhista da revista Power Man, que apresentava as aventuras de Luke Cage. Pouco depois, quando o herói fez parceria com o Punho de Ferro, Gammill continuou no título.

Na DC Comics, desenhou a revista do Superman e, entre outras sagas, esteve presente na Saga da Krytonita Vermelha.

Juntamente com o escritor J.M. DeMatteis, criou o personagem Homem-Sapo que, na verdade, era filho de um supervilão obscuro do Demolidor (e de uma época em que o próprio Demolidor era obscuro) chamado de... O Sapo. Na verdade, o novo personagem utiliza os equipamento de vilão do pai (uma roupa de sapo e molas que o impulsionam) e se torna um herói por acidente.

E por falar em sapo, que tal dar um pulinho da Sala de Perigo hoje, hein? Temos uma seleção com revistas onde você poderá ver a arte de Kerry Gammil e, melhor, ainda podem fazer parte da sua coleção. CLIQUE AQUI e salte para esse montão de revistas.

TODD MCFARLANE

Quadrinista, editor, desenhista, arte-finalista, roteirista, designer e empresário. Esse é o canadense Todd McFarlane, que ficou famoso graças aos quadrinhos, principalmente por Spawn, que criou em 1992.

Na verdade, a grande fama de McFarlane se daria quando ele era desenhista do Homem-Aranha, para a Marvel. Posteriormente, o desenhista/roteirista (e etc, etc...) sairia da editora e ajudaria a formar a Image Comics. Diferente de se trabalhar para grandes editoras e franquias, McFarlane tinha e oferecia maior autonomia no que se refere a criação dos próprios personagens. Chegou até mesmo a permitir que uma história do Spawn fosse publicada fora da Image, como a Graphic Novel "Spawn: Simony", escritas por Alex Nikolavitch e Jean-François Porcherot, com arte de Aleksi Briclot, para a Semic, da França, em 2003. No ano seguinte, essa graphic foi publicada pela própria Image.

Todd McFarlane também teve sua boa cota de polêmicas, principalmente por ter formado uma espécie arqui-inimigo dentro da indústria. Em 1993 contratou o renomado escritor Neil Gaiman para escrever uma das edições de Spawn (como fez com, por exemplo, Frank Miller e Alan Moore). Na edição 9, Gaiman criou os coadjuvantes Cogliostro, Ângela e o Spawn Medieval. Esses personagens foram utilizados posteriormente, tanto nos quadrinhos quanto em uma linha de brinquedos (Cogliostro, inclusive, chegou a aparecer no filme do Spawn) e McFarlane, de início, pagava os direitos autorais a Gaiman pela criação. Até que... parou de pagar os direitos, já que entendia que os personagens pertenciam ao universo de Spawn, que era seu, e que Gaiman os havia criado em uma edição ao qual, afinal, havia sido contratado. Ironicamente, era o mesmo tipo de polêmica levantada contra as grandes editoras no passado, um dos motivos pelos quais autores como McFarlane decidiram se tornar independentes. Mas essa briga acabou nos tribunais, se arrastando por uma década, levando ao júri concordar que os direitos eram 50% de cada e, por fim, houve um acordo, onde Gaiman acabou ficando com os direitos da personagem Ângela e (vingança ou não) ele a levou para a Marvel, onde ela agora faz parte do Universo da grande editora... que antes empregou e ajudou McFarlane a fazer fama.

É... Tensa a situação de nosso amigo McFarlane. Ainda assim, ele é uma personalidade de renome e com uma produção invejável com o universo de seus personagens. Tanto é que a seleção especial de hoje na Sala de Perigo é justamente sobre sua obra. CLIQUE AQUI e atualize sua coleção com esse emblemático multi-artista:

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

ELEKTRA

A ninja mercenária Elektra Natchios foi criada pelo escritor e desenhista Frank Miller para a revista mensal do Demolidor, em Janeiro de 1981. Com ela, Miller também introduziu vários elementos de artes marciais aos roteiros do personagem, desenvolvendo também uma série de coadjuvantes que reformularam até mesmo o passado do herói, como o seu mentor, Stick e a organização Tentáculo. Tornando as histórias do personagem mais sombrias e sérias, no ano seguinte Miller chegou a mostrar o vilão Mercenário assassinando Elektra, dando um clima de tragédia para essa fase, que tornou o Demolidor de um personagem de segunda, prestes a ter sua revista cancelada, em um grande sucesso de crítica e público.

Em 1986, o próprio Frank Miller, acompanhado do desenhista Bill Sienkiewicz, voltou a escrever a personagem para o então selo adulto da Marvel, chamado Epic, com a minissérie em oito números "Elektra: Assassina". Com uma narrativa e planejamento visual ousados, a série se passava fora da continuidade normal do Universo Marvel e mostrava um misto de história de ninjas e ciborgues.

A personagem ainda ganharia uma nova abordagem de seu criador em 1990, com a Graphic Novel "Elektra Vive!" (vencedora na categoria de melhor Graphic Album pelo Eisner Awards de 1991), onde é mostrada a ressurreição da ninja. Novamente, Miller ousa bastante na narrativa e no visual, dessa vez desenhado por ele mesmo

Elektra permaneceu como personagem do Universo Marvel, logo, pertencente a editora, independente do envolvimento de Miller. De certa forma, se tornou pivô para que o artista tomasse certo "ranço" da indústria dos quadrinhos no que diz respeito a direitos de criação. Enfim, a ninja continua mortal e muito bem viva nas mãos dos mais diversos autores.

E a seleção da Sala de Perigo hoje está mortal, com revistas onde a ninja não poupa nem um pouco as "espetadas" (sim, estou pegando leve) com sua adaga sai. CLIQUE AQUI e fique a vontade para passear pela Sala. Mas saibam que, mesmo que não percebam, ela vai estar olhando pra vocês...

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

GREG LAROCQUE


Greg Larocque é conhecido por seu trabalho nas histórias da Legião dos Super-Heróis, onde começou a desenhar a partir da edição 15, em Outubro de 1985, ficando no título por cerca de dois anos e meio. Nessa fase, escrita por Paul Levitz, a revista, que mostrava as aventuras do grupo de heróis do futuro do Universo DC, passou por grandes reformulações, devido a sagas como Crise nas Infinitas Terras e Milênio, que alteravam/ordenavam fatos dos heróis do passado que, obviamente, alteravam o futuro. Entre essas mudanças, citamos a saga onde mostrou o que aconteceu com o Superboy, que inspirou a criação da Legião no futuro, mas não existia mais no passado da nova DC. Durante a saga que explicou essa incógnita, Larocque desenhava a parte abordando a Legião dos Super-Heróis, enquanto John Byrne a desenvolvia na própria revista do Superman.

Outro trabalho bem conhecido de Greg Larocque foi feito na revista mensal do Flash (quando o personagem era Wally West), onde começou a desenhar a partir da edição 15 (é, 15 também... Sei lá... Deve ser cabalístico pra ele... Eu entendo a escolha do belo número...), de agosto de 1988, e foi o artista oficial do personagem até a edição 79, de agosto de 1993, desenhando a maior parte delas durante cinco anos. Durante esse período trabalhou com os escritores William Messner-Loebs, Mark Waid e Gerard Jones. Foi co-criador de um dos interesses amoroso do personagem, Linda Park (aliás, que se tornaria Linda Park-West, pois iria se casar com o Wally). Nessa fase, também desenhou o título sob a sombra de outro grande evento da editora: Invasão!

E o som da Sala de Perigo hoje está em ritmo de Larocque (desculpa a infâmia, Greg...) com uma seleção de revistas com o trabalho desse dedicado desenhista. CLIQUE AQUI siga rápido pra sua Sala preferida.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

CHUCK DIXON

Chuck Dixon (nascido Charles Dixon... então... nome artístico também serve pra não dar confusão, entendeu?) se tornou um conhecido escritor tanto na Marvel quanto na DC. Na Marvel, podemos citar seus roteiros para Justiceiro. Já na DC, onde ele é mais conhecido, participou dos roteiros de revistas ligadas ao Batman, inclusive fazendo parte da equipe responsável pela saga A Queda do Morcego, no anos 90.

Ajudou a desenvolver o segundo parceiro de Batman, o terceiro Robin (Tim Drake), em duas minisséries com o personagem, onde é mostrado o treinamento definitivo do jovem herói. Devido ao sucesso dessas séries, Robin ganhou sua própria revista mensal em 1993, a qual Dixon escreveu 100 edições. Quanto ao primeiro Robin, Dick Grayson, conhecido agora como Asa Noturna, quando ganhou sua própria revista, em 1996, após uma minissérie que testou a popularidade do herói (escrita por Denny O'Neil), coube a Dixon a responsabilidade  dos roteiros, que foram desenhados por Scott McDaniel. Dixon também ficou um bom tempo no título, escrevendo por volta de 70 edições consecutivas.

E só pra provar que praticamente é um cidadão de Gotham, Dixon escreveu, ainda que por um período mais curto, as histórias da Mulher-Gato em sua própria revista mensal, de 1994 a 1996 (não todas elas consecutivamente, mas boa parte).

O batsinal hoje está apontando para a Sala de Perigo, onde uma seleção cheia do suspense e ação policial dos roteiros de Chuck Dixon está pronta pra sua apreciação. CLIQUE AQUI e sega novas pistas para completar sua coleção.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

GAVIÃO NEGRO

Gavião Negro foi criado para a editora All-American Publications (uma das empresas que viriam a se tornar a DC Comics) pelo escritor Gardner Fox e pelo desenhista Dennis Neville, no primeiro número da revista Flash Comics, em 1940. A inspiração de Fox foi bem simples. Enquanto imaginava uma nova série para apresentar ao editor Max Gaines, observou pela janela um pequeno pássaro construindo um ninho, colhendo cada pedaço de galho e subindo novamente até o topo de uma árvore. Nessa divagação, imaginou se o pássaro fosse um homem e o pequeno galho fosse um criminoso. Nascia assim a ideia para um dos mais tradicionais super-heróis dos quadrinhos. Por sua vez, o desenhista Dennis Neville se inspirou nos homens alados das tiras de Flash Gordon para dar o visual ao personagem.

A revista Flash Comics, apesar de ser protagonizada pelo Flash da Era de Ouro (também criado por Gardner Fox), era uma espécie de "revista mix", trazendo outras histórias e séries com outros personagens. De coadjuvante da revista, Gavião Negro (Hawkman) foi o que mais prosperou. Dennis Neville desenhou pouco, apenas três histórias com o personagem. Anos depois, quem faria sucesso com o Gavião Negro, ainda publicado na Flash Comics, era o desenhista Joe Kubert, que começou a remodelar o capacete do personagem até torná-lo como uma espécie de capuz, sem as asas laterais.

E em matéria de remodelação/atualização, o Gavião Negro ainda iria passar por muitas mudanças. O próprio Gardner Fox encabeçou sua adaptação para a Era de Prata. Décadas depois, com tantas mudanças que ainda viriam, o personagem se tornaria até mesmo pivô de um embróglio cronológico dentro do Universo DC. Mas continua voando alto para a alegria de seus fãs de várias gerações... e versões.

Hoje a Sala de Perigo está nas alturas para mostrar uma seleção de revistas com histórias do Gavião Negro. CLIQUE AQUI e voe agora para a imagem abaixo e pouse suavemente na sua Sala preferida que sempre lhe auxilia a completar sua coleção.

domingo, 28 de agosto de 2016

KEVIN MAGUIRE

O desenhista Kevin Maguire ficou muito conhecido depois de desenhar as primeiras edições da chamada Liga da Justiça "cômica" nos anos 80. Apesar do enfoque mais voltado para o humor, graças aos roteiros de Keith Giffen, muito bem amarrados pelo também escritos J. M. DeMatteis, a arte caricata/realista de Maguire foi essencial para o tom "pastelão" da série, dando às caretas dos personagens um ar de piada pronta. Maguire esteve presente na maioria das edições publicadas nos primeiros dois anos da edição (1987 e 1988), mas serviu de inspiração exata para artistas que o substituíram, seguiram a mesma linha de humor caricato e também fizeram história. O desenhista ainda participou da minissérie/homenagem chamada "Já Fomos a Liga da Justiça", onde o tom humoristíco bem como os ex-integrantes da Liga daquela época voltaram a aparecer.

Em 1991, Kevin Maguire desenhou a minissérie "As Aventuras do Capitão América", escrita por Fabian Nicieza, onde manteve o tom caricato (aliás, sua arte sempre conservou essa característica) para recontar a origem do Capitão América em histórias com um tom de matinê dos anos 40.

A parceria com Nicieza voltaria em outras oportunidades. Uma delas foi na minissérie X-Men Eternamente, publicada em 2001. A outra foi em um arco para a revista Batman Confidential, em 2008, chamado "A Gata e a Morcega", explorando o primeiro encontro entre Mulher-Gato e Batgirl (esse arco foi publicado no Brasil, pela Panini, na revista A Sombra do Batman).

E hoje, sem fazer careta (e se fizer é pra fazer rir), a Sala de Perigo convida a todos a visitar essa divertida seleção de revistas com a arte de Kevin Maguire que muitos farão biquinho e poucos torcerão o nariz. CLIQUE AQUI e sacie essa cara de curiosidade que está fazendo agora.